sexta-feira, 21 de maio de 2010

Casamento ou matrimônio? Caso ou compro uma bicicleta????


Bem, aqui estou para discutir um assunto importante. Apenas importante: o casamento. É muito comum, para pessoas de línguas latinas, confundirem as palavras da língua inglesa marriage (casamento) e wedding (casório), mas estas duas palavras expressam muito bem o significado disto tudo. Wedding se refere apenas a cerimônia, o dia. A parte “boa”. Já Marriage é a vida em comum, cooperação, criar algo juntos, ter uma família, enfim.



Mas não é bem desta forma que as coisas têm acontecido...
Não só na cultura latina mas também na asiática e na africana, todas as sociedades parecem estar enfrentando a mesma confusão. Mas não em relação à língua, mas ao significado destas palavras em suas vidas.



Wedding é bem simples de se explicar. Colocamos todos os nossos amigos e parentes juntos e anunciamos que viveremos com outra pessoa eternamente, seja lá o que eternamente possa significar. Religiosamente para uns e informal para outros. Uma grande festa ou um simples “get together”, isto é, uma reuniãozinha, na praia, com todos em volta de uma fogueira, cantando e comentando sobre a vida dos pombinhos quando solteiros. Isto é um “wedding”. Um evento feliz para o começo de uma vida feliz.



Mas, então, aí vem o “marriage”. A vida em comum. Dividindo sonhos, a cama, o banheiro. Toalhas no chão, cabelo na pia, horas no banheiro, mau humor pela manhã, ronco à noite, futebol na TV, TPM, sogra, nenhum momento sozinho, só uma pessoa para transar até que a morte os separe (bem, isto é o esperado...), respeito, fidelidade, apoio, carinho, cigarro, charuto, amigos bebendo na sua casa enquanto você está viajando, jogo de futebol, choro, risos, filhos, responsabilidades, irresponsabilidades, falta de dinheiro, muito dinheiro, traição, ciúmes, insegurança, sempre ter que se depilar, mesmo no inverno, problemas familiares (não da sua família, mas da dele ou dela...).



A questão é que todos procuram o bendito do casamento, por mais que não assumam sua procura, dizendo que estão “susse”, mas a questão é que ninguém quer ficar sozinho. Mas o quanto as pessoas têm se preocupado com o significado destas duas palavras?
Bem, então, o que parece mais atraente wedding ou marriage?

A intimidade nada íntima de um dark room


Provavelmente todos aqui já devem ter ouvido falar em um “tal” de “dark room”. Bem, caso não tenham ouvido, vou explicar. Para aqueles que por sorte, ou não, já ouviram, irei fazê-los lembrar.
Um “dark room” (em português significa “sala escura”) é uma sala encontrada em boates GLBT e casas de swing, onde várias pessoas encontram prazer. Prazer este que varia de acordo com a forma que cada um procura.

Apesar de escuro, o que nem sempre o está, pois sempre há um espertinho tentando quebrar a regra usando celulares, isqueiros ou qualquer coisa que ilumine, não se pode considerar um lugar com total privacidade, nem mesmo o anonimato, isto tudo partindo do princípio que várias pessoas estão juntas, se esfregando, tocando, tendo várias formas de prazer. Do oral ao anal, do par ao grupo.

Uma certa vez, para minha sorte e riqueza do texto, presenciei um “trenzinho” com, o que pude enxergar, quatro pessoas, todos rapazes, o que viria a facilitar os “encaixes” dos vagões. Mas seria justo julgar esta forma de se obter prazer? Creio que não; uma vez que todos estavam se divertindo com isso. Faz parte do ser humano, procurar sempre o que mais lhe agrada, seja da forma que for.

Mas, será que o prazer proveniente do sexo está ligado a todos os sentidos? A resposta é não e temos este oásis de prazer para nos comprovar isto. A certeza de minha afirmação não vem apenas do fato de observar, mas através de entrevistas feitas com pessoas que participam destes tipos de orgias, se assim podemos chamar. Por estes relatos, pude perceber que as pessoas que lá freqüentam experimentam certo tipo de prazer. E como experimentam!

Agora isto nos faz refletir. O que leva uma pessoa a procurar “dark rooms” para encontrar o tão procurado e desejado prazer? Como é ter relação sexual com alguém que você não vê o rosto? (Se bem que, dependendo do rosto, é melhor nem ver mesmo!) E como se consegue atingir o prazer com tantas mãos deslizando pelo corpo?

Uma das razões desta procura de saciar a vontade em uma sala escura está ligada à carência. Uma pessoa que está “fantasma” na noite, sem prender a atenção de ninguém, pode se tornar um Clark Kent em um “dark room”. Lá dentro, ele não precisa ser bonito, nem charmoso. Basta entrar, ter a ferramenta certa e uma mão já surge da escuridão à procura do seu corpo. Isto pode ser problemático, sobretudo se estiver de saia...

Outra razão é a própria fantasia sexual de possuir e ser possuído por vários ao mesmo tempo. Poder trocar de parceiro a hora que quiser. Isto nos leva às salas romanas de orgia. Ou ainda às salas de banho de Lesbos. Várias pessoas que não se conheciam intimamente trocando prazer, dando e recebendo.

Muitos dos freqüentadores destas salas escuras confessaram que já transaram lá dentro sem uso de algum preservativo. Um risco enorme por tão pouca coisa, uma simples aventura. Mesmo que haja a idéia de que “o que os olhos não vêem, o coração não sente”, neste caso, o coração pode vir a começar a sentir algo um tanto mais tarde, fazendo assim tudo ficar tarde demais. Com luz ou sem luz, prevenir é sempre melhor do que remediar.

Então, pode-se concluir claramente que, para estas pessoas que lá freqüentam, o olhar, a conversa, o QI, não importam de nada. O que eles querem é atingir um orgasmo, ter prazer, em claras palavras, sexo. O nosso tão querido amigo sexo sem todo aquele ritual de caça, de sedução. Para que todo este esforço? É só entrar e aproveitar a viagem que isto pode lhe proporcionar.

Mas enfim a pergunta que não quer calar...Curiosos? Não, nunca fiz nada lá dentro. Claro que muitas mãos passaram por mim, mas acho que está claro que meus objetivos eram outros. Mas, quem sabe um dia...?

Modern Families


- Mom, Where is my Math book? Have you seen it?
- Dear, have you seen my white shirt and the car keys?
- Mom, I can't tie my hair. Would you help me?
This type of conversation is quite normal in a standard family's morning. Having this conversation as example, what can be inferred about the mother or the wife or the woman's role? She is the queen of the house, that's for sure. She commands. She knows exactly where each thing is and what everybody needs and likes. And this is a happy family. But, is this happiness true? Perhaps, but this standardised family seems to be almost extinct. At least in Western societies.
I have heard that wives in Japan prepare their husband's clothes to work.. It means, they only have to wear them. To put it on. Ok, I must agree they are the providers, the ones to work and provide the family's well-being. But what happens with this family when the wife has to put the crown of the queen of the house on the side table and go to work? Will this family be as happy as it is now?
There are many reasons for a woman to decide to go to work. She may be a single mother, she may have a humble and poor family whose money is short and she has to work to help with it or those ones who get tired of this everyday routine of a housewife and want to get rid of it.
A woman, as a human being, has the same society needs of a man. She needs to be active, to participate in society somehow, to have her own friends. An individual and not the shade of a husband. It is obvious that culture plays an important role here. But this participation in the work market may bring some consequences to this family, standardised by society.
Although we may see lots of changes in modern life, like the different man and woman roles in society, yet we have to face problems related to a family structure when the woman leaves the house to go to work. Husbands may find it difficult to deal with the situation of not having all the things he needs in his hands and he finds himself in the obligation of doing it if he wants a thing, or even considering the fact of sharing chores. But the most concerning topic, nowadays, has been the children's bringing up.
How have children been raised? Electronic baby-sitters, such as computers and video games are often seen. On the one hand, children grow up independently, ready to live by themselves, but on the other hand, this feeling of independence make them insensitive, selfish and somehow, egocentric, because they want all the attention they did not have from their parents.
Mentioning parents, I mean responsibility is directed to both mother and father. So, the fact of a woman going to work is not the cause of having a bad child's bringing up. She has to face the work market to show she is as capable as a man. Indeed, both of them should pay attention to the education of their offspring. Cooperation. Isn't it one of the characteristics of marriage?
If we point that mothers and fathers have different roles in a child's life, we may see a very important fact in a child's bringing up.
This difference in roles result in different personality traits, as well. These traits have big effects such as limit, love, respect, and so on.
If we consider that a child is just a "scheme" of an adult, it means an adult is the result of a child. Now, seeing adults who are around us, we may see how upbringing is important in a child's life. There is an old saying in Brazil which says: "É de pequeno que se desentorta o pepino, senão ele não cabe no pote." And that is it. Can you imagine how many problems an adult may have resulting from his childhood?
Considering all the standard family, roles, children, how can we have a very good family? A prospering one? How can we raise our children? This is a small help to have a different family pattern, and perhaps, we may live in brotherhood, in peace with each other.

Querem saber quem eu sou? Convido a visitar meus pensamentos...


Não quero um rosto, por que rostos angelicais não me impressionam...
Não quero marcas, porque não preciso ser demarcada nem adicionada a um grupo...
Não quero companhia fútil, porque de futilidade já basta a existência de pessoas fúteis...
Não quero falsos ídolos quando a idolatria em si é falsa...
Não quero filhos, quando ainda quero ser filha...
Não quero tudo, quando percebo que o tudo vale o mesmo que o nada...
Não me impressiono com o que ouço, mas sim com o que vejo...
Não vi muitas coisas, pois o que me mostraram não era importante...
Não fui, estive...
Não sou, estou...
Não sei exatamente o que quero, mas sei certamente o que não quero...

"I`m wild like a horse, I can`t be tamed or bought, and what they mean by soul, it`s not like me at all..."

JEITINHO BRASILEIRO


"Don't worry… about a thing, 'Cause every little thing is gonna be all right…"
This is what is said in Bob Marley's song and it fits exactly in with the Brazilian way of solving some "difficult" problems and tasks.
This creative and happy people finds a way for everything, from solving small problems at school to finding a way to make money without a job.
It's very clear that society imposes rules and mechanisms, but whenever a problem comes up, there is always a way of solving it.
Well, but what is this "jeitinho brasileiro"? According to a study, no translation was found to the word "jeito"in any other language. So, it is really a Brazilian habit. (Of course this word comes from Portuguese, but I don't believe it is used with the same meaning in Portugal.)
There is an expression in English, which is "fix it!", that could have a similar, but not identical, meaning to "jeitinho".
As an example: A cameraperson has some problems with his camera and comes to the director, trying to explain that he can't record the programme because of it. The director does not accept it, and says: "fix it!", which means, do what you are supposed to do.
It is similar, but not identical, because the cameraman has to find a way to do what he is supposed to do, but without breaking any rules. Jeitinho brasileiro, actually, is doing things which are not in the rules matters.
Here at school there is this policy which says that the student can be late for only ten minutes and not one minute more. But what happens when the student is sympathetic, talkative, and blah, blah, blah? Of course the receptionist will let him in, not mentioning the teacher saying that he missed only the first part of the class. But isn't the first part of the class as important as the other parts?
And the case of informal jobs, like selling soft drinks and beer on the buses, which happens in poor cities like Salvador? Isn't it a "jeitinho brasileiro" of solving the unemployment problem?
Sometimes I think that rules are good for nothing, once you can break them.
But think: Are all the rules sensible enough for everybody to follow?
Have you ever used "jeitinho brasileiro"?
Are society rules based on constitutional rules or it is the contrary?
Do you agree with the passage? If not, support your answer.
Discuss which rules can be broken because they do not fit the modern way of life.

“Eu sou de ninguém, eu sou de tudo mundo e todo mundo é meu também.” Uma breve visão antropológica sobre a infidelidade amorosa.


Você alguma vez já traiu? Alguma vez já se perguntou se foi traído? Já se perguntou ou parou para pensar se trairia um dia? ? Possível trair em pensamento?
Estas são perguntas presentes em nosso dia a dia, sobretudo em uma sociedade “tribalista”, onde ninguém é de ninguém e todo mundo pertence a todo mundo ao mesmo tempo. Mas quero tentar esclarecer, mesmo que brevemente, o que vem a ser infidelidade dentro de uma visão antropológica e social.
Segundo definição do termo infidelidade na língua portuguesa, se trata do ato de violação de regras e limites mutuamente acordados em um relacionamento. No caso de relacionamento amoroso, trata-se de não ter relações apenas com uma pessoa.
Em todo relacionamento, sobretudo no começo do mesmo, onde certamente tentamos vender nosso peixe e atrair a pessoa que queremos, prometemos amor eterno e que esta pessoa em questão é a única que pode suprir nossas necessidades afetivas. Sendo assim, por que ainda traímos?
Nós, seres humanos não podemos, nem de longe, ser classificados como um animal monogâmico. Se realmente fossemos, não trocaríamos de parceiros sexuais, namorados, maridos e outros. Somos poligâmicos, o que quer dizer que temos vários parceiros e nossa natureza, de forma instintiva, nos leva a isso. O que nos diferencia dos outros animais poligâmicos é a capacidade de escolher ter apenas um parceiro ou não. O fato de ter apenas uma pessoa e o matrimônio são questões religiosas, sociais e políticas, não tendo ligação nenhuma com a natureza humana. Isso já nos esclarece um pouco o fato da traição.
Agora, segundo a definição denotativa do termo infidelidade, diríamos que o infiel é o indivíduo que quebra um trato mutuamente acordado. Mas, se este trato não é imposto pela sua natureza e sim por um conjunto de regras (religião, sociedade e política), podemos ainda tratar seu ato como infidelidade? Temos em sociedades mais antigas o ato de ter mais de um parceiro, encarado de forma natural e, não voltando muito, temos hoje as “open relationships”, relacionamentos abertos, a poligamia conjugal, casos de casais que vivem juntos em plena harmonia, casos de mórmons americanos que vivem em colônias onde os homens chegam a ter 4 esposas, muçulmanos que podem casar com mais de uma mulher. Isso não se trata de infidelidade sendo que a única diferença é a sua sociedade pitoresca e seus costumes? Bem isso. Não é infidelidade por estarem todos de acordo. Mas somente por este motivo de consenso.
Na época pré-histórica, sabe-se que quando o homem começou a viver em colônias, havia um macho dominante para cobrir um numero específico de fêmeas. Nem por isso elas morriam de ciúmes, pois era a única forma que conheciam e assim foi por muito tempo.
No império Romano, as orgias deixavam bem claro que ser fiel a uma pessoa apenas não era suficiente, pois os deuses pediam que os corpos fossem cultuados. Reza a lenda que Tibérius, avô de Calígula e fã das orgias em sua ilha da fantasia, dizia que todo grande homem deveria ter uma linda e maravilhosa mulher para reproduzir e um outro grande homem para se divertir. Não só ocorria sexo entre vários parceiros, mas também relações homossexuais abundavam. Mas, isto não era visto da forma que nos é colocado hoje, mas sim uma forma prazerosa de se relacionar, como sempre foi.
Já na Idade Média, na época de ouro, as cortesãs tinham papéis fundamentais na sociedade como amantes de grandes nobres. Vale lembrar que cortesã é completamente diferente de prostituta. Há registros de existência de ambas nas sociedades européias nesta época, mas ambas desempenhavam papéis diferentes. Mas, esta era a época onde os casamentos foram mais usados como tratados entre nações do que demonstração de amor eterno, sendo então, impostos pela política e religião, que eram fundidas nesta época. Mas, vale também salientar que hoje casamos graças a cultura européia de casamento. Graças, ou desgraças.
Ainda há o fato de a ciência estar estudando a infidelidade como caso genético, constatando que, no sexo masculino, a maioria dos indivíduos que traem, traz uma variante do gene, o alelo 334. Na antropologia, sabemos que o homem sempre teve o hábito de ter várias parceiras pelo fato de estar pronto para a reprodução a todo o momento e porque desde o começo da existência do homem e sociedade, ele precisava reproduzir o máximo que podia, pois sua expectativa de vida era curta pelo fato de estar sempre exposto ao perigo.
Talvez, desta forma, podemos também analisar o porquê da traição ser mais ocorrente nos homossexuais masculinos que femininos. Há claro uma forma de vida diferente na homossexualidade, um mundo onde a promiscuidade é maior e sabemos disso, onde tudo é mais fácil. Mas sabemos que cada pessoa é diferente e o ambiente não influencia tanto nesta questão, não sendo todo homossexual promíscuo, mas sim aquele que se entrega aos prazeres da promiscuidade. E quem disse que este individuo promiscuo está errando? Ele simplesmente tem uma outra visão de relacionamento.
Sendo assim, a traição é apenas um ponto de vista social, político e religioso. O maior problema não é o fato de ter mais de um parceiro ou desejar mais de um, mas sim a questão de respeito pelo outro. O importante deixar tudo as claras, não enganar, porque o que mais prejudica na história toda é você se machucar ou acabar machucando alguém. Se os dois estiverem de acordo com o relacionamento aberto, que sejam os dois felizes, ou os três, ou os quatro...

Tudo sobre homens e peixes...


Há um ditado em inglês, usado quando você se desencanta com alguém por quem está apaixonado, que diz: "There's plenty of fish in the sea"( há muito mais peixes no mar).
Traduzindo, homens são como ônibus, você perde um, mas em cinco minutos vem outro.
Mas voltando ao peixe, devemos pensar...
O tamanho e a qualidade do peixe vai depender do tamanho e da qualidade do nosso anzol, e da astúcia da pesca. E, claro, paciência, muita paciência...
Lembre, peixe não escuta. Ele reage a movimentos e vibrações. Não adianta berrar, chorar ou "discutir relações".
Mas para pescar, é necessário colocar o anzol na água... não espere o peixe bater na sua porta, pois ele não vai... se ficar sentadinha com o anzol fora d'água esperando, vai acabar com a minhoca morta na mão.
Peixe é muito assustado. Qualquer movimento brusco, impensado, ele foge. Tem que pôr o anzol e esperar...esperar...esperar...(Lembre que o animal aquático mais inteligente é o golfinho, mas ele não é um peixe, sendo assim, peixe não é muito dotado de inteligência).
Outra coisa: peixe bom é raro....Ou ele está longe e você precisa fazer um sacrifício para encontrar, quero dizer, ir a bons lugares para pescar, ou deve se contentar com qualquer lambari que se encontra em qualquer poça d'água.
Também há a possibilidade de um pesque e pague...mas não acho que aqueles peixes sejam muito bons...muita carne, pouco conteúdo...
Bem, eis aqui uma idéia sobre homens e peixes, mas acho que só falei dos peixes, será que há alguma semelhança?
Isto não é corrente, mas seria bom passar para algumas amigas desencantadas, desanimadas ou até mesmo, desesperadas...rs
Ou aquelas que estejam como eu, comendo peixe só na Sexta Feira Santa, isto é, uma vez por ano...