quarta-feira, 14 de junho de 2017

Otimização de processos: Ação que pode salvar sua empresa em tempos de crise.

O país se encontra em um momento de retração econômica com previsão não muito satisfatória para seu término. Em tempos críticos como este, um número alarmante de empresas se encontra no vermelho ou a ponto de fechar suas portas, isto é, decretar falência, independentemente de seu porte. Porém, microempresas e pequenas empresas têm sido as mais atingidas pela crise que assombra a economia do país. Contudo, nem toda a esperança está perdida.
Neste cenário crítico que muitas empresas se encontram, conhecimento empresarial, ajustes, plano de ação, disciplina, integração, inovação e consolidação das ações se fazem necessários para que a empresa consiga resolver seus problemas e então se recuperar e voltar, gradativamente, aos resultados que antes tinha.

Conhecimento empresarial

É de extrema importância que o gestor tenha conhecimento empresarial e, sobretudo, conhecimento do mercado com o qual atua. É importante conhecer as necessidades do cliente e atendê-las, ainda mais em um mercado cada vez mais competitivo.
Também, é importante que o gestor tenha conhecimento de ferramentas que o auxilie na administração de sua empresa e como operá-las.
Muitos gestores, por não terem conhecimento necessário de ferramentas administrativas, ferramentas estas que auxiliam no planejamento e estratégias, acabam agindo incorretamente ou simplesmente não agindo, deixando assim sua empresa prestes a uma queda livre.
Para resolver este problema, cada vez mais cresce o número de empresas que optam por gestão interina ou contratação de empresas terceirizadas para realizar seus trabalhos administrativos. A maior vantagem desses serviços é que sua empresa pode contar com profissionais altamente capacitados e o alcance dos objetivos é de curto prazo, geralmente de 06 a 18 meses.

Ajustes

Primeira idéia de ajuste em momentos de crise é o financeiro. Repensar em gastos administrativos, financeiros e comerciais. Nesta fase, adequar o quadro de pessoal é comumente um dos primeiros passos a ser tomado. Recalcular o número de funcionários e obter resultado. Muitas empresas aderem ao fato de reduzir pessoal e atingir, com os funcionários mais promissores, os objetivos de reestruturação financeira.
Contudo, não adianta puxar de um lado e largar de outro. É preciso repensar e analisar todos os gastos da empresa. Uma pergunta importante nesse momento é: Do que realmente necessitamos e o que é realmente essencial para nosso crescimento?

Plano de ação

Um plano de ação deve ser tomado pelo gestor para poder resolver a atual situação precária de sua empresa. Nos ajustes, já podemos verificar um pouco desse plano de ação, contudo, são medidas a ser tomadas pela necessidade atual da empresa, isto é, para que ela não quebre.
Como exemplo de planos de ação, podemos citar, no âmbito financeiro, renegociação de dívidas, reajustes de seus compromissos com fornecedores e bancos, visando renegociar suas dívidas a ponto de poder cumprir com seu compromisso visando um bom relacionamento com os mesmos.
No campo comercial, como exemplo, criar estratégias de marketing a ponto de angariar mais clientes. Com o aumento de clientes, sendo bem organizado, surge uma entrada de caixa, podendo assim equilibrar a situação financeira da empresa.
Isto é, o plano de ação se refere a toda ação que objetiva o não fechamento da empresa, preservação da mesma e reerguer seu prestígio financeiro.

Disciplina

É importante que, após um plano de ação bem elaborado, o gestor e todos os envolvidos com a administração da empresa se empenhem ao máximo em se disciplinar para colocar em prática as ações decididas. É muito fácil cair em procrastinação ou simplesmente enxergar um resquício de resultado e então deixar tudo de lado. É de suma importância que se iniciem os projetos de reestruturação administrativa e financeira da empresa e que sejam religiosamente seguido por todos.

Integração

Após serem criadas estratégias para as mudanças necessárias com o objetivo de tirar a empresa do vermelho, é necessário que todos os setores sejam integrados, isto é, todos compreendam os planos de ação e trabalhem em conjunto, visando o bom resultado das ações.
Integrar é trabalhar em conjunto.

Inovação

Algumas empresas ainda se mantêm com o mesmo produto e serviço oferecidos há décadas.
Com o mercado cada vez mais competitivo, é de extrema urgência que as empresas inovem e criem produtos mais acessíveis à realidade de seus clientes.
É muito importante, para uma empresa que está próxima a falência, aumentar o número de clientes para que assim consiga aumentar seus lucros. Um dos caminhos mais objetivos para isso é inovar e oferecer ao cliente novidades e exclusividade de produtos ou serviços.

Consolidação das ações

Por fim, após reestruturar a administração, financeiro, comercial e recursos humanos da empresa, chega a hora de consolidar essas ações, isto é, colocá-las em prática.
É importante que cada um entenda o que deve ser feito e que tenha, primeiramente, capacidade para desempenhar tal função e, definitivamente, vontade de desempenhá-la.

De nada adianta criar soluções se não colocá-las em prática e mantê-las.

Soluções que otimizam custos, aumentam a produtividade e a rentabilidade

Corte de custos: Reestruturar o financeiro da empresa visando redução de gastos e aumento de lucro.

O primeiro passo a tomar é estudar as ações até o momento e descobrir o que levou a empresa ao estado crítico financeiramente. Um estudo aprofundado, com a equipe certa, pode apontar os problemas que estão levando a baixa financeira.
Uma avaliação profunda e concreta do que a empresa arrecada e o que gasta é salutar. Uma análise de custos e despesas, levando em consideração todos os aspectos financeiros, é essencial. Após esse passo, um novo planejamento financeiro é extremamente necessário.
Então, a próxima etapa é realizar um corte de gastos. É vital que a empresa saiba usar corretamente todos os recursos dos quais dispõe, desde pequenos itens tais como uso exagerado de copos descartáveis até número de funcionários. Analisar realmente onde está sendo gasto o dinheiro da empresa e como melhor utilizar esses recursos.
O segredo do sucesso não se dá pelo número de seguidores, mas sim no grau de comprometimento de cada um. Logo, uma revisão do quadro de funcionários também é fundamental. Diminuir gastos com funcionários com baixa produção e possivelmente contratar terceirizados seja uma boa opção, além do fato que terceirizados oferecem um custo menor para a empresa.
Contudo, todos na empresa devem ser conscientizados com essas mudanças necessárias e que estejam dispostos a participar ativamente.

O trabalho em conjunto: Uma empresa integrada em que todos os funcionários buscam o mesmo objetivo tem mais chances de obter sucesso.

Aí que entra o departamento de Recursos Humanos como uma ferramenta de extrema importância.
Em momentos de alta financeira de uma empresa, o RH tem papel fundamental em selecionar e treinar profissionais capacitados para desempenhar papéis importantes na empresa. Em momentos de crise, a importância do RH se torna maior.
São nos momentos de crise que o RH desempenha o papel fundamental de preparar, desenvolver e motivar profissionais capacitados para poder atingir o objetivo de reerguer a empresa.
Assim, o RH trabalha com afinco para unificar a empresa, atuando estrategicamente, propiciando entendimento para que todos compreendam a necessidade de trabalho em conjunto para atingir um único objetivo de sobreviver em meio à crise.
Uma vez que o trabalho do RH seja feito com sucesso, todos devem entender os novos procedimentos adotados pela empresa e assumir seus papéis no objetivo de atingir o sucesso de seus projetos fazendo com que a empresa atinja, também, o seu objetivo no momento de retração econômica: resultados e crescimento financeiro.

Gestores terceirizados: O investimento necessário para abrir novos horizontes.

Em um momento em que a empresa deve visar corte de gastos, por que a contratação de gestores terceirizados é uma opção? Neste caso, a empresa não deve encarar como gasto, mas sim investimento. É vital que neste momento crítico a empresa pense muito em investir em qualidade, melhoria de processos e atingir produtividade.
O gestor da empresa pode estar acostumado com a rotina da empresa e então patinar nos mesmos erros, obviamente sem ter a noção de que isso está acontecendo.
Uma vez que um gestor terceirizado seja contratado, ele terá uma visão mais ampla da situação da empresa e, como não faz parte da cultura da empresa, consegue formular ações com maior índice de eficácia.
Novamente, encare a contratação de um gestor externo como um investimento da empresa e não um gasto. Um gestor externo, além de ser mais barato e mais eficiente do que contratar um profissional como funcionário da empresa, o que gera custo e tempo com seleção e treinamento, apresenta resultados em um curto espaço de tempo, em média de 06 a 18 meses.

Dívidas: Como se livrar delas.

A primeira coisa a fazer é não mascarar a dificuldade ou ainda tentar negá-la. É importante que você a reconheça, entenda o que está acontecendo e então focar nas ações para solucionar o problema.
É essencial nesse momento ter um bom relacionamento com fornecedores e bancos.
Muitas empresas, sobretudo microempresas e pequenas empresas, encontram dificuldades em manter seus compromissos com fornecedores e bancos e ainda arcar com tarifas tributárias. É complicado renegociar dívidas tributárias devido à lei que a elas são aplicadas. Uma saída menos dolorosa para essa situação é manter um planejamento financeiro que contenha essas dívidas tributárias com prazos maiores.
Quanto aos bancos e fornecedores, manter um bom diálogo e um bom relacionamento possivelmente ajudará a empresa a negociar suas dívidas.

O futuro: Como garantir o sucesso?

O futuro pertence àquele que o preparou e consegue prever seu sucesso. Uma vez analisada a razão de estar em crise, criadas estratégias para resolver os problemas, montada uma equipe capaz e eficaz de realizar todos os projetos elaborados para a reestruturação da empresa, é hora de pensarmos no futuro.

É exatamente como a vida. Aprenda com os erros. Uma vez que sua empresa esteja estruturada novamente, aprenda com as questões que levou sua empresa ao vermelho e não repita esses procedimentos. Crie um planejamento estratégico e financeiro que faça com que sua empresa volte à estabilidade que existia antes da crise e, a partir dela, comece a aumentar seu lucro.

sábado, 2 de julho de 2011

Por que as mulheres amam demais?


Em toda a história, a mulher sempre foi vista como o sexo dado ao frágil, aquela que deve ser protegida, aquela que está sempre a um patamar abaixo do homem. Hoje, a nova sociedade, sobretudo a ocidental tem mostrado, por meios de revolução ou não, que a mulher pode atingir o mesmo lugar que o homem, seja este na posição profissional ou até mesmo de manter a família, dentro de um contexto social. Mas e quanto ao sentimento? A mulher realmente assumiu um papel masculino quanto a sua necessidade de ser precisada e precisar?
Como resposta a esta pergunta teremos sempre um não. Através de estudos sociológicos, desde a primeira civilização até os dias de hoje, temos exemplos de que a mulher sempre assumiu papéis frágeis, de cuidar da prole e de seu amante, confortando a todos e sendo sempre a mãe. Na antropologia, acredita-se que a mulher, ao se tornar mãe, deixa de ser a esposa e encara a personagem de mãe, cuidando não só de sua cria, mas também de seu esposo.

Em contrapartida, encontramos civilizações onde a mulher tem um papel importante, decisivo na sociedade. Há também casos de poligamia praticado por mulheres. Mas o sentimento feminino é diferente?
Mas, deixando a ciência a parte, de onde vem todo este amor? O que é todo este amor?

Se entrarmos na literatura, teremos grandes nomes e provas de amor, tanto como Romeu e Julieta, mas, este romantismo todo surgiu do que? O que deixou este romantismo bonito? O desastre, a morte pelo amor. Mas quem morreu primeiro? Julieta, claro, para tentar resgatar seu amor, mas por infortúnio do destino, Romeu não percebeu a artimanha montada por Julieta e morre ao saber da morte de sua amada.

Em Tristão e Isolda, vemos Tristão morrendo pela “vingança de Isolda”, que mandou velas pretas para se vingar e, ao ver que seu amor o havia abandonado, Tristão morreu de desgosto. Mas, neste episódio, quem foi que encomendou a morte de Tristão?

Não só colocando a literatura em jogo, mas também a história. Temos grandes mulheres que pelo amor, e também pelo poder, estiveram presentes para mostrar que se entregavam de corpo e alma, àquilo que acreditavam. O que era Evita, a frente de um país que na época só podia comandar por trás de seu amado?

E o que falar de Eva Braun, fiel seguidora de Hitler, que seguiu seu amor até sabe-se Deus onde, pois a história descreve um falso suicídio do mesmo, seguido pelo dela.

Mas, até então, citei nomes conhecidos que, nobremente, agiram por amor. Mas quantas Marias, Joanas, Carolinas, Rafaelas, Angélicas, Sandras, Karinas estão por aí, amando e sofrendo ao mesmo tempo? É por essa razão que venho dizer o porquê as mulheres amam.

As mulheres, independente de sua orientação sexual, amam pelo simples fato de querer compartilhar o que têm e cuidar do mesmo. Elas amam por serem simples, por representarem o que sentem, por ter a habilidade de expressar seus sentimentos através de atos que, muitas vezes incompreendidos, se confundem com pressão, com obsessão.

Mulheres amam por querer ter sempre seus amados ao lado, independente do quanto lhes custem isso, mesmo que lhes custe a vida.

Mulheres amam por amar, por não saberem o que isto significa em suas vidas, elas não querem saber o significado.

Mulheres amam porque geraram a vida àqueles que amam. Seus filhos. Elas o tiveram em seu ventre por nove mese
s e os sentiram pular, sentiram viver, pela primeira vez.

Mulheres se preocupam com seus amados por este motivo também, porque a elas foi dado o poder de gerar a vida, por isso não podem ver a vida se esvair aos poucos.

Mulheres amam pela necessidade do calor humano, de ter um corpo ao seu lado, por precisarem de um abraço.

Mulheres amam não pela necessidade de uma noite, de ter um corpo ao seu lado por um momento, a menos que este momento valha por todos os momentos de sua vida. Se um segundo amando valer mais que um ano de sofrimento, meu caro leitor, ela vai amar este segundo e vai guardá-lo para a vida toda.

Por isso meu amigo, desde o tempo da cortesã, e aí vai um conselho, uma citação dada pela bíblia, em seu Provérbios 5: “Pois os lábios da mulher destilam mel; sua voz é mais suave que o azeite,mas no final é amarga como fel, afiada como uma espada de dois gumes.”
Mesmo a prostituta sente a necessidade de ter um amado, não apenas um amante. Ela quer ser amada em todos os seus sentidos.

A mulher ama o ser amado. Ela ama ser amada. Ela quer ser amada, independente das condições que lhes são impostas. Por isso temos as amantes, aquelas que se sujeitam a momentos de amor, que não encontram em outros que lhes proporcionam apenas momentos de sexo. Por isso se colocam na condição de colher a migalha de amor daquele que é casado, mesmo que seja por um instante.

Elas amam mesmo aquele que é errado. Aquele que vai lhe trazer problemas mais tarde, por verem nele algo que nunca encontraram. Elas pagam o preço disso para terem aquele que, por uma sorte, encontrou alguém que suportasse seu fardo e então o acolhesse em sua cama, em sua vida.

Elas têm o poder de amar aqueles que lhes deram filhos, mas nunca tomaram a posição de pai, sendo também seus filhos, aqueles que elas também têm que cuidar. Aqueles que trazem à sua casa doenças que buscaram fora. Aqueles que beiram a morte e, mesmo assim, têm na sua volta de aventuras, aquela que vai procurar entender, ou não, mas simplesmente cuidá-los e confortá-los nos momentos de dor e tristeza.
Elas amam aquele que se droga. Aquele que vende tudo em casa atrás de seu próprio prazer, esquecendo do prazer dela. Ela faz isso pelo simples fato de acreditar que aquele é a pessoa que ama e que a ama, de seu jeito.

Agora pergunto, mesmo depois de todos estes motivos. Por que uma mulher ama?

Ela ama pelo fato de ver que, mesmo com vários motivos para não amar, seu amado ou sua amada está de volta, aos seus braços e sabe que é forte o suficiente para abraçá-lo e então dar o conforto que só ela pode fazer. Ela está pronta para dar a segurança a ele ou ela que, por um minuto de descuido, se desviou de seus princípios que, para a mulher, foi apenas um descuido. Para ela, não foi um erro, foi apenas um momento não pensado. Ela está ali, para agüentar a traição, porque acha que isto foi apenas uma tentação que aconteceu e que não mais acontecerá. Se foi a droga, foi apenas um momento frágil, mas que ela consegue mostrar ao amado que isso não é bom e um dia ele compreenderá. A amante ainda sonha que um dia terá seu amado, mesmo esquecendo que um dia poderá ser traída.

É, caro leitor, o mundo da mulher é complexo, pois sempre terá uma razão para o que não se consegue compreender.

Ofereço este texto a todas. A todas as Nádias e Marias, que são gays e amam suas amadas, da forma que são, com suas fortes ou simples personalidades, mas amam o que elas simplesmente são, inteligentes e audazes.

Ofereço este texto a todas as Sandras e Marias, que esperam pela recuperação de seus amados, que se livrem do que os entorpecem e os desviem do caminho e então vivam felizes.

Ofereço este texto a todas as Karinas e Marias, que esperam por um mundo melhor a seus filhos e que seus homens se encontrem como homens, e não como adolescentes iguais a seus filhos.
Ofereço este texto a todas as Julias e Marias, que são transexuais e esperam por um amor que as veja como mulheres e não objetos de prazer e curiosidades ou fantasias.

Enfim, ofereço hoje a todas as mulheres que passarão o dia dos namorados sem um namorado, porque, afinal de contas, nunca passaram o dia do índio com um índio, nem o dia da arvore agarradas a uma arvore, nem o natal com o papai Noel e muito menos a páscoa com o coelhinho.

Mulheres, amem, pelo simples fato de amar. Se levarmos em consideração a literatura, com suas tragédias de Tristão e Isolda, Romeu e Julieta, ou a vida cotidiana de Marias que sofrem por seus amores por serem amantes, ou por terem seus amores afogados nas drogas ou por terem seus maridos como filhos, chegaremos a pergunta: Por que amar?

Eu respondo: Porque amar é muito bom!

Amem, pelo simples fato de amar...

Este artigo é dedicado a grande amiga Angélica Suzarte, a inspiração deste texto.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Casamento ou matrimônio? Caso ou compro uma bicicleta????


Bem, aqui estou para discutir um assunto importante. Apenas importante: o casamento. É muito comum, para pessoas de línguas latinas, confundirem as palavras da língua inglesa marriage (casamento) e wedding (casório), mas estas duas palavras expressam muito bem o significado disto tudo. Wedding se refere apenas a cerimônia, o dia. A parte “boa”. Já Marriage é a vida em comum, cooperação, criar algo juntos, ter uma família, enfim.



Mas não é bem desta forma que as coisas têm acontecido...
Não só na cultura latina mas também na asiática e na africana, todas as sociedades parecem estar enfrentando a mesma confusão. Mas não em relação à língua, mas ao significado destas palavras em suas vidas.



Wedding é bem simples de se explicar. Colocamos todos os nossos amigos e parentes juntos e anunciamos que viveremos com outra pessoa eternamente, seja lá o que eternamente possa significar. Religiosamente para uns e informal para outros. Uma grande festa ou um simples “get together”, isto é, uma reuniãozinha, na praia, com todos em volta de uma fogueira, cantando e comentando sobre a vida dos pombinhos quando solteiros. Isto é um “wedding”. Um evento feliz para o começo de uma vida feliz.



Mas, então, aí vem o “marriage”. A vida em comum. Dividindo sonhos, a cama, o banheiro. Toalhas no chão, cabelo na pia, horas no banheiro, mau humor pela manhã, ronco à noite, futebol na TV, TPM, sogra, nenhum momento sozinho, só uma pessoa para transar até que a morte os separe (bem, isto é o esperado...), respeito, fidelidade, apoio, carinho, cigarro, charuto, amigos bebendo na sua casa enquanto você está viajando, jogo de futebol, choro, risos, filhos, responsabilidades, irresponsabilidades, falta de dinheiro, muito dinheiro, traição, ciúmes, insegurança, sempre ter que se depilar, mesmo no inverno, problemas familiares (não da sua família, mas da dele ou dela...).



A questão é que todos procuram o bendito do casamento, por mais que não assumam sua procura, dizendo que estão “susse”, mas a questão é que ninguém quer ficar sozinho. Mas o quanto as pessoas têm se preocupado com o significado destas duas palavras?
Bem, então, o que parece mais atraente wedding ou marriage?

A intimidade nada íntima de um dark room


Provavelmente todos aqui já devem ter ouvido falar em um “tal” de “dark room”. Bem, caso não tenham ouvido, vou explicar. Para aqueles que por sorte, ou não, já ouviram, irei fazê-los lembrar.
Um “dark room” (em português significa “sala escura”) é uma sala encontrada em boates GLBT e casas de swing, onde várias pessoas encontram prazer. Prazer este que varia de acordo com a forma que cada um procura.

Apesar de escuro, o que nem sempre o está, pois sempre há um espertinho tentando quebrar a regra usando celulares, isqueiros ou qualquer coisa que ilumine, não se pode considerar um lugar com total privacidade, nem mesmo o anonimato, isto tudo partindo do princípio que várias pessoas estão juntas, se esfregando, tocando, tendo várias formas de prazer. Do oral ao anal, do par ao grupo.

Uma certa vez, para minha sorte e riqueza do texto, presenciei um “trenzinho” com, o que pude enxergar, quatro pessoas, todos rapazes, o que viria a facilitar os “encaixes” dos vagões. Mas seria justo julgar esta forma de se obter prazer? Creio que não; uma vez que todos estavam se divertindo com isso. Faz parte do ser humano, procurar sempre o que mais lhe agrada, seja da forma que for.

Mas, será que o prazer proveniente do sexo está ligado a todos os sentidos? A resposta é não e temos este oásis de prazer para nos comprovar isto. A certeza de minha afirmação não vem apenas do fato de observar, mas através de entrevistas feitas com pessoas que participam destes tipos de orgias, se assim podemos chamar. Por estes relatos, pude perceber que as pessoas que lá freqüentam experimentam certo tipo de prazer. E como experimentam!

Agora isto nos faz refletir. O que leva uma pessoa a procurar “dark rooms” para encontrar o tão procurado e desejado prazer? Como é ter relação sexual com alguém que você não vê o rosto? (Se bem que, dependendo do rosto, é melhor nem ver mesmo!) E como se consegue atingir o prazer com tantas mãos deslizando pelo corpo?

Uma das razões desta procura de saciar a vontade em uma sala escura está ligada à carência. Uma pessoa que está “fantasma” na noite, sem prender a atenção de ninguém, pode se tornar um Clark Kent em um “dark room”. Lá dentro, ele não precisa ser bonito, nem charmoso. Basta entrar, ter a ferramenta certa e uma mão já surge da escuridão à procura do seu corpo. Isto pode ser problemático, sobretudo se estiver de saia...

Outra razão é a própria fantasia sexual de possuir e ser possuído por vários ao mesmo tempo. Poder trocar de parceiro a hora que quiser. Isto nos leva às salas romanas de orgia. Ou ainda às salas de banho de Lesbos. Várias pessoas que não se conheciam intimamente trocando prazer, dando e recebendo.

Muitos dos freqüentadores destas salas escuras confessaram que já transaram lá dentro sem uso de algum preservativo. Um risco enorme por tão pouca coisa, uma simples aventura. Mesmo que haja a idéia de que “o que os olhos não vêem, o coração não sente”, neste caso, o coração pode vir a começar a sentir algo um tanto mais tarde, fazendo assim tudo ficar tarde demais. Com luz ou sem luz, prevenir é sempre melhor do que remediar.

Então, pode-se concluir claramente que, para estas pessoas que lá freqüentam, o olhar, a conversa, o QI, não importam de nada. O que eles querem é atingir um orgasmo, ter prazer, em claras palavras, sexo. O nosso tão querido amigo sexo sem todo aquele ritual de caça, de sedução. Para que todo este esforço? É só entrar e aproveitar a viagem que isto pode lhe proporcionar.

Mas enfim a pergunta que não quer calar...Curiosos? Não, nunca fiz nada lá dentro. Claro que muitas mãos passaram por mim, mas acho que está claro que meus objetivos eram outros. Mas, quem sabe um dia...?

Modern Families


- Mom, Where is my Math book? Have you seen it?
- Dear, have you seen my white shirt and the car keys?
- Mom, I can't tie my hair. Would you help me?
This type of conversation is quite normal in a standard family's morning. Having this conversation as example, what can be inferred about the mother or the wife or the woman's role? She is the queen of the house, that's for sure. She commands. She knows exactly where each thing is and what everybody needs and likes. And this is a happy family. But, is this happiness true? Perhaps, but this standardised family seems to be almost extinct. At least in Western societies.
I have heard that wives in Japan prepare their husband's clothes to work.. It means, they only have to wear them. To put it on. Ok, I must agree they are the providers, the ones to work and provide the family's well-being. But what happens with this family when the wife has to put the crown of the queen of the house on the side table and go to work? Will this family be as happy as it is now?
There are many reasons for a woman to decide to go to work. She may be a single mother, she may have a humble and poor family whose money is short and she has to work to help with it or those ones who get tired of this everyday routine of a housewife and want to get rid of it.
A woman, as a human being, has the same society needs of a man. She needs to be active, to participate in society somehow, to have her own friends. An individual and not the shade of a husband. It is obvious that culture plays an important role here. But this participation in the work market may bring some consequences to this family, standardised by society.
Although we may see lots of changes in modern life, like the different man and woman roles in society, yet we have to face problems related to a family structure when the woman leaves the house to go to work. Husbands may find it difficult to deal with the situation of not having all the things he needs in his hands and he finds himself in the obligation of doing it if he wants a thing, or even considering the fact of sharing chores. But the most concerning topic, nowadays, has been the children's bringing up.
How have children been raised? Electronic baby-sitters, such as computers and video games are often seen. On the one hand, children grow up independently, ready to live by themselves, but on the other hand, this feeling of independence make them insensitive, selfish and somehow, egocentric, because they want all the attention they did not have from their parents.
Mentioning parents, I mean responsibility is directed to both mother and father. So, the fact of a woman going to work is not the cause of having a bad child's bringing up. She has to face the work market to show she is as capable as a man. Indeed, both of them should pay attention to the education of their offspring. Cooperation. Isn't it one of the characteristics of marriage?
If we point that mothers and fathers have different roles in a child's life, we may see a very important fact in a child's bringing up.
This difference in roles result in different personality traits, as well. These traits have big effects such as limit, love, respect, and so on.
If we consider that a child is just a "scheme" of an adult, it means an adult is the result of a child. Now, seeing adults who are around us, we may see how upbringing is important in a child's life. There is an old saying in Brazil which says: "É de pequeno que se desentorta o pepino, senão ele não cabe no pote." And that is it. Can you imagine how many problems an adult may have resulting from his childhood?
Considering all the standard family, roles, children, how can we have a very good family? A prospering one? How can we raise our children? This is a small help to have a different family pattern, and perhaps, we may live in brotherhood, in peace with each other.

Querem saber quem eu sou? Convido a visitar meus pensamentos...


Não quero um rosto, por que rostos angelicais não me impressionam...
Não quero marcas, porque não preciso ser demarcada nem adicionada a um grupo...
Não quero companhia fútil, porque de futilidade já basta a existência de pessoas fúteis...
Não quero falsos ídolos quando a idolatria em si é falsa...
Não quero filhos, quando ainda quero ser filha...
Não quero tudo, quando percebo que o tudo vale o mesmo que o nada...
Não me impressiono com o que ouço, mas sim com o que vejo...
Não vi muitas coisas, pois o que me mostraram não era importante...
Não fui, estive...
Não sou, estou...
Não sei exatamente o que quero, mas sei certamente o que não quero...

"I`m wild like a horse, I can`t be tamed or bought, and what they mean by soul, it`s not like me at all..."